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Turismo de compras

Hoje, o turismo de compras é o mais significativo do Estado, por causa da indústria de confecções. Compradores de todo País estão descobrindo o potencial das indústrias goianas e deixando de comprar em outros polos tradicionais do País, como São Paulo. “Já somos o segundo polo de atacado do Brasil. 

Com uma produção de qualidade, a indústria goiana de confecções não sentiu tanto as últimas quedas nas vendas do comércio como em outros segmentos”, afirma o presidente do Sindicato da Indústria de Confecção de Roupas em Geral de Goiânia (Sinroupas), Edilson Borges de Sousa. Segundo ele, as indústrias do Estado estão por traz da expansão do polo da Região da 44 e esta cadeia já é a maior empregadora do Estado. Com isso, a venda de tecidos e roupas cresce. “Praticamente todo interior goiano já tem uma confecção instalada e Goiás já conta com vários polos confeccionistas importantes”, destaca. Apenas a Hering conta com cerca de 300 indústrias trabalhando para ela.

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