
Aprovados
novos tetos para
o Supersimples
Reajustes chegam a 50%
para micro e pequenas empresas e 67% para MEI
A partir de 1º de Janeiro
de 2012 entra
em vigor no país a lei que amplia as faixas de enquadramento das Micro
e Pequenas
Empresas e do Micro Empreendedor Individual (MEI) no regime tributário
simplificado.
De acordo com as novas
regras as Micro
e Pequenas Empresas que antes deveriam ter um faturamento máximo de
R$240 mil
reais e R$2,4 milhões de reais por ano, respectivamente, para se
enquadrarem no
Supersimples, terão seus tetos ampliados para R$360 mil reais e R$3,6
milhões
de reais, o que representa um reajuste de 50%.
Já o MEI, que antes
deveria ter um
limite de faturamento anual de R$36 mil reais para se enquadrar no
Supersimples, terá um reajuste de 67%, passando o teto para R$60 mil
reais.
O Supersimples reúne seis
tributos
federais (IRPJ, IPI, PIS/PASEP, Cofins, CSLL e o INSS Patronal), além
do ICMS
Estadual e do ISS cobrado pelos municípios).
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Novos tetos
– Faturamento para o Simples Nacional (R$) |
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Antes |
Reajuste |
Depois do
projeto |
|
Micro |
240 mil |
50% |
360 mil |
|
Pequena |
2,4 milhões |
50% |
3,6 milhões |
|
Empreendedor
Individual |
36 mil |
67% |
60 mil |
Segundo o presidente da
Juceg, Veríssimo Aparecido da Silva, o objetivo é fazer uma depuração
dos
cadastros das empresas e liberar para uso o nome empresarial daquelas
inativas
e canceladas.
Quem teve o registro
cancelado ainda pode reativar se agir rápido. As empresas inativas
totalizavam
284 mil, mas algumas já estão procurando a Junta para reativar o
registro.
O cancelamento de
registro de empresas que não tem movimentação na Junta Comercial por
dez anos
ou mais continua. De acordo com o presidente da Juceg, a empresa que
não fizer
a atualização pode ter seu registro cancelado.